O novo VW Tera 2026 apresenta um motor 1.0 turbo e um pacote de segurança de série, visando competir com SUVs compactos e modelos elétricos no Brasil.
O mercado automotivo brasileiro em 2026 passa por uma transição significativa. De um lado, a popularidade dos veículos elétricos; do outro, a consolidação dos motores 3 cilindros turbo. Nesse contexto, o Volkswagen Tera se posiciona como o sucessor do Gol e como um SUV que compreende as necessidades do motorista nas cidades de Marília, Assis e região.
Embora os elétricos, como o BYD Dolphin, sejam silenciosos e modernos, o Tera se destaca pela conveniência. Para motoristas que precisam viajar ou que não desejam depender da infraestrutura de carregamento, que ainda é limitada no interior, o Tera oferece uma vantagem significativa. O motor 1.0 TSI do Tera proporciona um consumo de até 17,4 km/l na estrada, enquanto o BYD Dolphin requer planejamento de rota e longas esperas em carregadores.
Além disso, o valor de revenda do Tera e a ampla rede de assistência, como as unidades da Comasa, oferecem uma tranquilidade que a tecnologia de baterias ainda não consegue garantir no Brasil.
No competitivo segmento de SUVs compactos, o Tera se destaca em três aspectos principais. Primeiro, a segurança: ao contrário de alguns concorrentes que oferecem recursos de segurança apenas nas versões mais caras, o Tera vem de fábrica com 6 airbags e Frenagem Automática de Emergência (AEB). A segurança não deve ser um luxo, como enfatizado por especialistas.
Em segundo lugar, a eficiência: o motor 170 TSI do Tera é projetado para ser econômico, superando o Fiat Pulse e o Renault Kardian em testes reais, especialmente em rodovias. Por fim, a dinâmica de direção do Tera é um ponto forte, com uma suspensão firme e uma direção elétrica que proporciona controle, ao contrário de muitos concorrentes que são considerados



