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Justiça

Exército prende três militares envolvidos em trama golpista com penas de até 17 anos

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de abril de 2026 22:06
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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O Exército prendeu nesta sexta-feira (10) três militares que participaram de um dos núcleos da trama golpista. As penas para os condenados chegam a 17 anos.

O núcleo de desinformação da trama é composto por sete integrantes. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, decretou o trânsito em julgado e determinou o início do cumprimento das penas, entendendo que não cabem mais recursos.

Em outubro de 2025, a Primeira Turma do Supremo condenou o grupo por disseminar informações falsas sobre as eleições e incitar ataques virtuais a autoridades e instituições. O objetivo era manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no cargo após sua derrota nas urnas em 2022.

As penas variam de 7 a 17 anos de prisão. Na operação de hoje, foram presos o subtenente Giancarlo Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Almeida, que foram levados para o Batalhão da Polícia do Exército, em Brasília. O major da reserva Ângelo Denicoli foi detido em sua residência, em Colatina, no Espírito Santo, e cumprirá pena no 38º Batalhão de Infantaria do Exército, em Vila Velha.

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A Polícia Federal também prendeu o ex-major do Exército Ailton Moraes Barros, mas não divulgou onde ele cumprirá pena. O agente da Polícia Federal Marcelo Bormevet já estava preso desde 2024 e, nesta sexta-feira, passou a cumprir a pena de forma definitiva.

Dois condenados são considerados foragidos: o coronel Reginaldo Abreu, que está nos Estados Unidos, e o presidente do Instituto Voto Legal, Carlos César Moretzsohn Rocha, que se encontra no Reino Unido.

A defesa de Guilherme Almeida informou que apresentará uma revisão criminal no momento oportuno. A defesa de Ângelo Denicoli repudiou a prisão do cliente, alegando que ele está na pendência de julgamento de recurso. A defesa de Reginaldo Abreu afirmou que seu cliente deixou o país legalmente e que irá comprovar sua inocência. A defesa de Marcelo Bormevet destacou que ele já está preso há mais de um ano e nove meses. As defesas de Carlos César Moretzsohn Rocha, Ailton Barros e Giancarlo Rodrigues não se manifestaram.

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