As estatais brasileiras enfrentaram, entre janeiro e fevereiro de 2026, o pior início de ano da história, com um rombo superior a R$ 4,1 bilhões no orçamento.
A deterioração das gestões das empresas sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva levou o governo a buscar alternativas para socorrer os Correios, que necessitam de R$ 20 bilhões para manter suas operações.
O aparelhamento político, caracterizado pelo loteamento de cargos, e os gastos com medidas políticas que não se alinham aos objetivos das companhias são apontados como as principais causas do declínio dos lucros e do aumento dos gastos das estatais.

