O sargento Luís Marcos Reis, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, e o médico Farley Alcântara, sobrinho do sargento, solicitaram à Justiça autorização para negociar um acordo de não persecução penal com o Ministério Público Federal (MPF) no caso das fraudes em cartões de vacina de Covid-19.
O acordo de não persecução penal é um instrumento que pode ser firmado entre o MPF e o investigado, que deve confessar o crime e cumprir determinadas condições, como o pagamento de multa, para evitar um julgamento.
Para dar prosseguimento à negociação, o ex-auxiliar de Bolsonaro e seu sobrinho apresentaram um pedido à Justiça do Rio de Janeiro, onde tramita o caso das falsificações dos cartões de vacina.

