O prazo para a semeadura do algodão na Região 4 se encerra nesta quarta-feira, 15 de abril de 2026. A medida integra as ações fitossanitárias para a prevenção e controle do bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis), principal praga da cultura no continente.
A determinação está prevista na Instrução Normativa nº 5/2025 da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) e visa reduzir a incidência da praga e os prejuízos à produção. O gerente de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, Leonardo Macedo, enfatiza a importância do cumprimento do calendário de semeadura.
““Quando todos os produtores de uma mesma região plantam dentro da mesma janela, considerando as condições climáticas e o período de cultivo, encurtamos a oferta de estruturas de reprodução para o inseto, o que é determinante para o controle”, explica.”
Além do calendário, outras medidas são essenciais para a prevenção de pragas na cotonicultura, como o cadastro on-line de áreas produtoras no Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago). Os produtores têm até 30 dias após a semeadura do algodão para realizar o cadastro da lavoura.
““Após o preenchimento das informações no sistema, é necessário efetuar o pagamento da taxa gerada. O cadastro só será validado após a confirmação do pagamento. Caso contrário, a taxa permanecerá em aberto e o produtor poderá estar sujeito a sanções administrativas”, reforça o gerente.”
A Região 4 abrange os seguintes municípios: Adelândia, Alto Horizonte, Amaralina, Americano do Brasil, Amorinópolis, Anicuns, Araçu, Araguapaz, Aruanã, Barro Alto (abaixo de 500 metros de altitude), Bonópolis, Brazabrantes, Britânia, Buriti de Goiás, Campinorte, Campos Verdes, Carmo do Rio Verde, Caturaí, Ceres, Córrego do Ouro, Crixás, Damolândia, Diorama, Estrela do Norte, Faina, Fazenda Nova, Flores de Goiás (abaixo de 500 metros de altitude), Formoso, Goianésia, Goiás, Guaraíta, Guarinos, Heitoraí, Hidrolina, Inhumas, Ipiranga de Goiás, Iporá, Israelândia, Itaberaí, Itaguari, Itaguaru, Itapaci, Itapirapuã, Itapuranga, Itauçu, Ivolândia, Jaraguá, Jaupaci, Jesúpolis, Jussara, Mara Rosa, Matrinchã, Moiporá, Montes Claros de Goiás, Montividiu do Norte, Morro Agudo de Goiás, Mossâmedes, Mozarlândia, Mundo Novo, Mutunópolis, Niquelândia (abaixo de 500 metros de altitude), Nova América, Nova Crixás, Nova Glória, Nova Iguaçu de Goiás, Nova Veneza, Novo Brasil, Novo Planalto, Ouro Verde, Petrolina de Goiás, Pilar de Goiás, Porangatu, Rialma, Rianápolis, Rubiataba, Sanclerlândia, Santa Fé de Goiás, Santa Izabel, Santa Rita do Novo Destino, Santa Rosa de Goiás, Santa Teresinha de Goiás, Santa Tereza de Goiás, São Francisco de Goiás, São Luiz do Norte, São Luiz dos Montes Belos, São Miguel do Araguaia, São Patrício, Simolândia (abaixo de 500 metros de altitude), Taquaral de Goiás, Teresina de Goiás (abaixo de 500 metros de altitude), Teresópolis de Goiás (abaixo de 500 metros de altitude), Trombas, Uirapuru, Uruaçu, Uruana, Vila Boa (abaixo de 500 metros de altitude) e Vila Propício (abaixo de 500 metros de altitude).
As datas importantes para a cotonicultura goiana incluem o vazio sanitário e o calendário de semeadura, que são fundamentais para o manejo adequado da cultura.


