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Segurança

Relato de policiais sobre execução de mulheres diverge de imagens; detalhes do caso

Amanda Rocha
Última atualização: 16 de abril de 2026 04:01
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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No dia 8 de abril, em Cariacica, Espírito Santo, o cabo Luiz Gustavo Xavier do Vale foi flagrado por câmeras de segurança atirando contra Daniele Toneto, 45 anos, e Francisca Chaguiana Dias Viana, 31 anos. As mulheres eram vizinhas da ex-mulher do policial e haviam se envolvido em um desentendimento com ela pouco antes do crime.

O boletim de ocorrência registrado pelos policiais apresenta divergências em relação às imagens do crime. Ao todo, sete policiais participaram da ação, incluindo o cabo Xavier, que já responde a outros processos por homicídios. Os outros policiais presentes foram: Edson Luiz da Silva Verona, Eduardo Ferro Coradini, Filipe Gonçalves Vieira, Hilario Antônio Nunes, Lucas Nogueira Oliveira e Valfril do Carmo Carreiro.

Segundo o boletim, o cabo do Vale pediu uma viatura pelo rádio, que foi enviada ao local. Uma equipe com o soldado Verona e o aluno-soldado Oliveira chegou, enquanto outra viatura, com o 3º sargento Carreiro e o soldado Vieira, também se dirigiu ao endereço. O cabo Luiz Gustavo entrou em uma terceira viatura com os soldados Coradini e Nunes.

Após o crime, todos os policiais foram afastados das atividades nas ruas e tiveram o armamento suspenso. O cabo Luiz Gustavo Xavier do Vale está preso no Quartel da PM em Vitória, aguardando decisão da Justiça sobre seu afastamento completo e perda de salário.

As novas imagens mostram as vítimas sentadas em um degrau na calçada. Uma viatura para em frente a elas, enquanto outra estaciona em uma rua próxima. O cabo Luiz Gustavo se aproxima rapidamente e, após uma breve conversa, atira à queima-roupa em Daniele, que se levanta e vai em direção ao policial. A outra mulher tenta fugir, mas é perseguida e também é alvejada.

O boletim de ocorrência afirma que uma das mulheres teria avançado em direção à arma do policial, mas as imagens não confirmam essa alegação. Os disparos começam apenas cinco segundos após a chegada do cabo. Após os primeiros tiros, uma das vítimas corre, mas é seguida pelo policial, que continua atirando.

O boletim não detalha a atuação dos outros policiais durante os disparos, que aparecem nas imagens sem intervir. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado após os disparos, mas as imagens não mostram atendimento imediato às vítimas.

A Polícia Militar do Espírito Santo abriu um processo demissionário contra o cabo Luiz Gustavo, conforme confirmado pelo comandante-geral, coronel Ríodo Lopes Rubim. O prazo para a conclusão do inquérito militar é de 20 dias, mas não há previsão para o término do processo demissionário.

O cabo estava em atividade administrativa e afastado das ruas desde 2022, após a morte de uma mulher trans durante uma abordagem. A Associação das Praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo (ASPRA-ES) criticou o afastamento dos outros policiais, alegando que a punição foi aplicada de forma indiscriminada e que os agentes não tinham como prever a ação do cabo.

O crime ocorreu no bairro Cruzeiro do Sul, em Cariacica, e foi motivado por uma discussão entre as vítimas e a ex-esposa do policial, que acionou o ex-marido após uma briga relacionada a um ar-condicionado. Daniele foi morta no local, enquanto Francisca foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

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