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Economia

Alejandro Vigil: o enólogo da Catena Zapata reconhecido mundialmente

Amanda Rocha
Última atualização: 16 de abril de 2026 11:35
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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A Catena Zapata, vinícola argentina, é amplamente conhecida no Brasil. O responsável por elevar o prestígio da empresa no mercado internacional é Alejandro Vigil, que ocupa o cargo de enólogo desde o início dos anos 2000.

Durante sua gestão, a vinícola conquistou várias pontuações máximas (100) em avaliações de especialistas, um feito raro na América do Sul. Vigil já recebeu propostas de vinícolas ao redor do mundo, incluindo do Brasil, para produzir vinhos com essa mesma pontuação.

Em uma conversa recente em São Paulo, Vigil comentou sobre a dificuldade de criar um vinho perfeito. Ele afirmou:

““Mais difícil do que um rótulo de 100 pontos é fazer um Alamos.””

O Alamos, que custa cerca de 100 reais, representa um desafio maior que os vinhos Catena Zapata de 100 pontos, que superam 3.000 reais.

Vigil explicou que

““um grande vinho pode nascer de um lugar excepcional, quase pronto, enquanto os rótulos de maior volume exigem consistência obsessiva, ano após ano, como um quebra-cabeça que precisa encaixar sempre do mesmo jeito.””

Essa abordagem reflete sua filosofia de menos regras e mais curiosidade.

Ele também foi criticado por receber pessoas sem experiência em vinhos na vinícola, mas rebateu:

““Quem compra uma garrafa não é tonto.””

Vigil acredita que o vinho deve ser mais acessível e disponível.

O estilo de Alejandro, com cabelo desorganizado e roupas casuais, contrasta com o perfil tradicional dos enólogos. Ele cresceu em uma família de imigrantes e, antes de se tornar um nome influente no setor, era um curioso apaixonado por vinhos.

Vigil recorda que, em 2002, visitou a Domaine de la Romanée-Conti na Borgonha para aprender sobre um dos vinhos mais renomados do mundo. Atualmente, ele visita a vinícola a cada dois anos e é recebido por Aubert de Villaine.

No próximo mês, Vigil irá a Barbaresco, no Piemonte, a convite de Angelo Gaja para discutir vinhos brancos. Em seu restaurante em Mendoza, ele inverte a lógica clássica de harmonização, servindo vinhos antes da comida, permitindo que os clientes encontrem seu próprio caminho.

O almoço na Casa Vigil (El Enemigo) em Mendoza custa entre R$ 615 e R$ 800 por pessoa, com mais de 80% do público sendo brasileiro. Vigil também comentou sobre a percepção da produção de vinhos no Brasil, fazendo um paralelo com a Argentina, que também já foi vista como exótica. Ele acredita que o Brasil precisa de tempo e trabalho para desenvolver sua identidade no setor.

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