Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Produtores do noroeste paulista investem no sorgo após colheita da soja
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Agricultura

Produtores do noroeste paulista investem no sorgo após colheita da soja

Amanda Rocha
Última atualização: 19 de abril de 2026 07:30
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

No noroeste paulista, agricultores estão preparando a terra para o sorgo após a colheita da soja.

Após retirar a oleaginosa do campo, os produtores precisam decidir rapidamente o que fazer com a terra. A aposta tem sido o sorgo, uma cultura mais econômica e resistente às variações climáticas.

Na propriedade de Odair Albano, em Brejo Alegre (SP), a lavoura de sorgo ainda está no início, com pouco mais de um palmo de altura. Odair plantou há cerca de 25 dias e vê na cultura uma alternativa viável diante das dificuldades hídricas e climáticas da região.

O sorgo, que representa a chamada “safrinha”, é uma segunda chance de renda para o produtor. Assim que retira a soja, Odair entra com o sorgo para não deixar a terra parada. Ele cultiva cerca de 60 hectares de sorgo granífero, voltado à produção de grãos usados principalmente na alimentação de aves, suínos e bovinos.

- Publicidade -
Ad imageAd image

A colheita do sorgo deve ocorrer em três a quatro meses, dependendo das condições climáticas. O cultivo, que antes era mais comum na safrinha, agora também ganha espaço no verão, pois o sorgo apresenta maior resistência à seca em comparação ao milho, atraindo produtores em meio às irregularidades climáticas.

A engenheira agrônoma Isabela Redigolo afirma que o avanço da cultura está ligado aos desafios recentes no campo, como o alto custo de produção, a escassez de água e as altas temperaturas. Apesar de mais resistente, ela ressalta que o sorgo não é imune às condições adversas e que a produtividade ainda depende do manejo e das chuvas.

Em Mirandópolis (SP), a paisagem é diferente. Em meio às áreas de cana-de-açúcar, uma lavoura de sorgo ocupa cerca de 900 hectares plantados em novembro, durante a safra de verão. Agora, chegou a hora da colheita.

O produtor Marco Antonio Bordin, que arrendou a área de uma usina, enfrentou desafios com as chuvas no início do plantio, que impactaram o desenvolvimento da cultura e influenciaram na escolha da espécie plantada.

Apesar dos obstáculos, a expectativa para a safra é positiva em diversas áreas da região. Contudo, um problema preocupa os produtores: a falta de estrutura para armazenamento do sorgo. A limitação de armazéns afeta diretamente a comercialização e pode reduzir o lucro.

No fim do ciclo, é no grão que o produtor vê o resultado de meses de trabalho. Diante das condições atuais, o sorgo tem se mostrado uma alternativa segura e cada vez mais presente no campo.

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Policial é resgatado por helicóptero após acidente no Ceará
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?