Desde a primeira semana do BBB 26, a TV Globo enfrenta problemas legais relacionados ao programa. Logo nos primeiros dias, o participante Pedro assediou Jordana e foi investigado pela Polícia do Rio de Janeiro.
Além disso, o Quarto Branco gerou polêmica nacional devido ao tratamento dos participantes, que se alimentavam apenas de biscoito e água. O reality show chega ao fim nesta terça-feira, 21, mas as complicações decorrentes dos problemas na casa ainda estão longe de ser resolvidas.
Em março, o Ministério Público Federal (MPF) anunciou a abertura de um inquérito civil para investigar possíveis práticas de tortura e tratamentos desumanos ou degradantes no BBB 26. O MPF citou a convulsão de Henri Castelli durante a primeira prova de resistência, o castigo do monstro do Breno, que precisou ficar ‘exilado’ da casa, e as condições do Quarto Branco.
““MPF ressalta que a vedação à tortura e ao tratamento degradante é um preceito constitucional absoluto que deve ser zelado por todas as esferas de governo. Para o órgão, a normalização do sofrimento alheio como forma de espetáculo é incompatível com os objetivos fundamentais da República de construir uma sociedade justa e solidária”, declarou o órgão público.”
Após o incidente com Jordana, Pedro desistiu do programa. Assim que ele saiu, a Polícia do Rio de Janeiro abriu um inquérito para investigar o abuso sexual. Pedro foi indiciado por importunação sexual.
““As provas reunidas e o laudo permitiram comprovar a materialidade do crime e atribuir a responsabilidade ao indiciado”, informou a polícia.”
Outro caso envolveu Matheus, o segundo eliminado do BBB 26, que foi denunciado ao Ministério Público de São Paulo por cantar um grito de torcida homofóbico e imitar, de forma pejorativa, os trejeitos de um homem gay. A denúncia foi feita pelo deputado estadual Agripino Magalhães (MDB) e aceita pelo MP, que abriu um inquérito. A equipe do ex-participante afirmou que ele ainda não foi procurado.


