Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Justiça Federal autoriza abate experimental de búfalos invasores na Amazônia
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Meio Ambiente

Justiça Federal autoriza abate experimental de búfalos invasores na Amazônia

Amanda Rocha
Última atualização: 23 de abril de 2026 12:48
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

A Justiça Federal autorizou a retomada do abate experimental de búfalos invasores em áreas protegidas de Rondônia. A ação é conduzida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

O abate havia sido suspenso em março, poucos dias após seu início, por decisão judicial que atendeu a um pedido do Ministério Público Federal (MPF). O projeto piloto do ICMBio prevê a eliminação de cerca de 10% dos 5 mil búfalos invasores no Vale do Guaporé.

O objetivo é testar métodos eficientes e seguros de abate e avaliar os impactos ambientais, servindo de base para a elaboração de um plano de erradicação. O MPF alegou que o abate foi iniciado sem um plano de controle e que povos indígenas e comunidades quilombolas não foram consultados.

Na decisão que suspendeu o abate, o juiz federal Frank Eugênio Zakalhuk apontou que uma determinação anterior permitia ao ICMBio apenas elaborar o plano de controle da espécie. No entanto, ao reavaliar o caso, o juiz considerou os argumentos do ICMBio e concluiu que o projeto piloto tem caráter científico.

O magistrado também destacou que o povo indígena Tupari foi consultado e manifestou apoio às ações. Em relação às demais comunidades tradicionais, o entendimento foi que não há impacto direto sobre seus territórios neste estágio inicial do estudo.

Outro fator decisivo foi o relato de aproximação de búfalos a áreas habitadas por indígenas, o que representa risco à vida e à integridade física, especialmente de crianças e idosos.

O ICMBio deverá apresentar relatórios trimestrais sobre as atividades do projeto, incluindo a quantidade de búfalos abatidos e os resultados das análises. A Funai terá 90 dias para auxiliar comunidades indígenas e quilombolas na elaboração de Protocolos de Consulta Prévia.

Os búfalos, não nativos do Brasil, não possuem predadores naturais e provocam graves impactos ambientais. O abate é considerado a única alternativa viável para resolver a questão, já que a região é isolada e de difícil acesso.

Atualmente, mais de 4 mil búfalos selvagens vivem entre a Reserva Biológica Guaporé, a Reserva Extrativista Pedras Negras e a Reserva de Fauna Pau D’Óleo, no oeste de Rondônia.

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Chery apresenta robôs humanoides de R$ 210 mil no Salão de Pequim
Próximo notícia sitemap.xml
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?