Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: JBJ adquire maior confinamento bovino do Brasil em Goiás
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Agronegócio

JBJ adquire maior confinamento bovino do Brasil em Goiás

Amanda Rocha
Última atualização: 24 de abril de 2026 13:52
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

A companhia JBJ, liderada pelo empresário goiano José Batista Júnior, anunciou a aquisição da Fazenda Conforto, localizada em Nova Crixás, Goiás. O valor da transação não foi divulgado. A Fazenda Conforto é considerada a maior fazenda de confinamento bovino do Brasil, com mais de 12 mil hectares e capacidade para 70 mil animais, além de um giro estimado de 180 mil cabeças por ano.

De acordo com a Agfeed, a fazenda movimentou mais de R$ 1,1 bilhão apenas em 2024. O ativo era controlado pela família Negrão, que também possui outro imóvel rural em Formosa do Araguaia, com mais de 5 mil hectares, além de uma marca de biofertilizantes e do aplicativo Probov, desenvolvidos entre 2023 e 2024.

A Fazenda Conforto foi criada em 1996 pelo empresário e piloto Alexandre Funari Negrão, conhecido como Xandy Negrão. A família Negrão expandiu sua atuação empresarial ao longo dos anos, tornando-se proprietária de marcas como Medley e Aeris. Desde o início do ano, os proprietários haviam colocado a fazenda à venda, e a proposta de compra por um membro da família Batista foi aceita em 14 de abril.

Com a assinatura do negócio, a operação foi encaminhada ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica, órgão vinculado ao Ministério da Justiça, responsável por analisar concentrações econômicas. A efetivação da compra depende do aval regulatório.

O pecuarista e consultor financeiro Fabiano Tavares comentou que a aquisição representa uma estratégia comum no setor, com a migração para um modelo semelhante ao dos Estados Unidos, que prioriza a produção a pasto com alta participação do confinamento intensivo. Ele destacou que a tendência é de maior concentração de mercado, com o crescimento dos grandes confinamentos devido ao ganho de escala e poder de barganha. “O confinamento em escala elevada permite ao produtor comprar melhor e vender melhor. Consequentemente, isso vai gerar mais lucro”, afirmou Tavares.

Entretanto, ele ressalta que a incorporação de 180 mil animais ao sistema da JBJ não altera, por si só, o ciclo pecuário nacional, que é normalmente influenciado pelo volume de fêmeas destinadas ao abate. Para Tavares, o número ainda é pequeno em relação ao total abatido anualmente no país.

Silvio Carlos Brito, presidente do Sindicato dos Açougues (Sindaçougue), afirmou que grandes fazendas tendem a focar principalmente no mercado externo, atendendo países importadores de cortes premium e específicos. “O que sobra para o mercado interno são estes cortes secundários e que não têm interesse dos países em importar”, disse Brito. Ele explicou que o consumidor brasileiro sente os impactos, pois a arroba do boi é cotada diariamente como commodity, fazendo com que os preços internos acompanhem oscilações internacionais e do dólar.

Além disso, Brito mencionou o aumento dos custos operacionais, especialmente de energia elétrica e embalagens, cujo preço subiu mais de 100% nas últimas semanas. Ele também destacou a perda de poder de compra das famílias e o alto endividamento, fatores que pressionam o consumo de carne bovina no mercado doméstico.

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Corrente interna de Más Madrid se apresenta às primárias
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?