O suposto atirador que invadiu um posto de segurança durante o jantar de correspondentes da Casa Branca, no dia 25 de abril de 2026, havia escrito um manifesto que indicava sua intenção de atingir autoridades do governo. A informação foi confirmada pela Casa Branca.
O irmão de Cole Tomas Allen notificou o Departamento de Polícia de New London, em Connecticut, sobre o manifesto que Allen enviou a seus familiares minutos antes do incidente. A Casa Branca afirmou que a família de Allen alertou a polícia poucos minutos antes do ataque.
““Ouvi falar sobre a situação em New London, e gostaria que tivessem nos informado um pouco antes, mas é o que é”, disse o presidente Donald Trump.”
Trump também comentou sobre a atuação do Serviço Secreto, afirmando que eles foram excepcionais ao impedir o ataque. A Casa Branca informou que o Serviço Secreto dos EUA e a Polícia do Condado de Montgomery entrevistaram a irmã do suspeito na residência da família em Rockville, Maryland.
A irmã revelou que seu irmão tinha tendências a fazer declarações radicais e mencionou um plano de fazer “alguma coisa”. Ela confirmou que Allen havia adquirido duas pistolas e uma espingarda da CAP Tactical Firearms, que estavam guardadas na casa dos pais, sem que eles soubessem.
Além disso, a irmã informou que Allen frequentava regularmente um estande de tiro e fazia parte de um grupo chamado “The Wide Awakes”. Ela também mencionou que o atirador havia participado de um protesto anti-Trump na Califórnia, chamado “No Kings”.
A Casa Branca divulgou que as contas de Allen nas redes sociais refletiam uma retórica fortemente anti-Trump e anticristã.

