Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: 84% das congressistas brasileiras são mães e impulsionam leis sobre maternidade
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Política

84% das congressistas brasileiras são mães e impulsionam leis sobre maternidade

Redação
Última atualização: 13 de maio de 2026 04:05
Redação
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Das 101 congressistas brasileiras em exercício, 84 são mães, com 92,9% das senadoras nessa condição. Essa predominância tem refletido na aprovação de leis que ampliam direitos ligados à maternidade e ao cuidado infantil.

Entre as deputadas federais, 71 das 87 (81,6%) têm filhos, enquanto 13 das 14 senadoras (92,9%) são mães. Na atual 57ª Legislatura, iniciada em 2023, foram sancionadas cinco leis importantes que ampliam direitos relacionados à maternidade e à infância. Entre elas, a Lei nº 15.222/2025, proposta pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que determina que a licença-maternidade não seja contabilizada durante internação da mãe ou do bebê por mais de duas semanas.

A Lei nº 15.371/2026, de autoria da ex-senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), ampliou a licença-paternidade de cinco para até vinte dias, com implementação gradual até 2029, e instituiu o salário-paternidade. Outras leis recentes incluem o aumento da pena de feminicídio quando cometido contra gestante ou no puerpério (Lei 14.994/2024), proposta pela senadora suplente Margareth Buzetti (PSD-MT), e a criação de políticas de atenção precoce para crianças de até três anos no SUS, por iniciativa da deputada Erika Kokay (PT-DF).

“Qualquer projeto que o Estado se meta menos na vida das mães favorece as mães”, disse a deputada Júlia Zanatta (PL-SC), mãe de duas crianças, que defende a redução da intervenção estatal e é contrária ao aborto. Ela é autora do Projeto de Lei 1978/2026, que concede anistia a multas aplicadas a responsáveis por crianças e adolescentes em razão do descumprimento da vacinação contra a covid-19.

A deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-MS), vice-líder do PT na Câmara, destacou que a bancada petista prioriza a ampliação da rede de proteção social para mães e crianças, incluindo creches, escolas em tempo integral e combate à violência contra a mulher. Ela ressaltou as diferenças com a oposição em temas como o aborto legal e direitos das mulheres, citando o Projeto de Lei 1904/2024, que equipara aborto após 22 semanas a homicídio.

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Pescador registra macaco-velho, primata camuflado comum na Amazônia
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?