A Eslovênia registrou um aumento no número de casos de malária com evolução rápida, incluindo uma morte recente de um paciente que viajou pela África, especificamente em Serra Leoa.
O Národní institut pro veřejné zdraví (NIJZ) confirmou a morte de um paciente por complicações da malária. O paciente havia viajado pela África, onde contraiu a doença. Segundo a epidemiologista Tadeja Kotarová, a malária pode apresentar um curso rápido e fatal, e qualquer sintoma suspeito após retorno de áreas de risco deve levar à busca imediata por atendimento médico.
A morte registrada é a única causada por malária na Eslovênia nos últimos 30 anos. Os antimaláricos disponíveis na Europa são eficazes para prevenir manifestações graves, mas a escolha do medicamento deve ser personalizada conforme o paciente e o local da infecção. Por isso, especialistas recomendam consulta médica antes do início da medicação.
A malária é transmitida por mosquitos fêmeas do gênero Anopheles, e seus sintomas geralmente surgem entre sete e quinze dias após a infecção. O Národní zdravotnický informační portál recomenda o uso preventivo de antimaláricos em viagens para áreas de alto risco, além do uso de repelentes locais e roupas que cubram a maior parte do corpo.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, 94% dos casos de malária em 2023 ocorreram na África, que também concentra a maior parte das mortes, com crianças até cinco anos sendo o grupo mais vulnerável. Em 2025, a República Tcheca registrou 45 casos da doença. Os principais sintomas incluem febre alta, mal-estar, dores de cabeça e vômitos.

