A embarcação Skandy Amazonas, que presta serviços para a Petrobras, encalhou na noite de 15 de maio próximo à Praia Campista, em Macaé, com 29 trabalhadores a bordo. A colisão com um banco de rochas causou avaria no casco e entrada de água, levando à manobra de encalhe intencional para segurança.
A embarcação Skandy Amazonas encalhou após sofrer uma avaria no casco provocada por possível colisão com um banco de rochas, segundo investigação inicial da Petrobras e da empresa DOF. A manobra de encalhe foi realizada para evitar agravamento do acidente e ocorreu próximo à faixa de areia da Praia Campista, em Macaé.
Dos 29 trabalhadores a bordo, 12 considerados não essenciais foram desembarcados em segurança e receberam atendimento psicológico preventivo, sendo alojados em hotéis da região. Os 17 restantes permanecem na embarcação para garantir as manobras de avaliação, estabilidade e remoção da unidade.
O coordenador do Departamento de Saúde do Sindipetro-NF, Alexandre Vieira, afirmou que não há registro de vítimas graves e que todos os ocupantes foram resgatados com segurança. “As pessoas não essenciais ao controle da emergência já estão no Porto de Imbetiba e, até então, permaneciam a bordo apenas os trabalhadores necessários ao controle da situação”, disse.
O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro foi acionado e avaliou que a embarcação não apresentava risco de naufrágio. A Petrobras informou que a Skandy Amazonas permanece estável, sob monitoramento contínuo, e que órgãos reguladores foram comunicados. Uma comissão será criada para investigar as causas do acidente, com participação do Sindipetro-NF e do Sindicato dos Marítimos.


