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Leitura: Noca da Portela morre aos 93 anos e deixa legado de 500 sambas no samba carioca
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Cultura

Noca da Portela morre aos 93 anos e deixa legado de 500 sambas no samba carioca

Jackelline Barbosa
Última atualização: 18 de maio de 2026 00:00
Jackelline Barbosa
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Tempo: 2 min.
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O compositor e cantor Oswaldo Alves Pereira, conhecido como Noca da Portela, morreu neste domingo (17), no Rio de Janeiro, aos 93 anos. Ele foi vítima de pneumonia e complicações decorrentes de infecção urinária.

Noca da Portela nasceu em 12 de dezembro de 1932 em Leopoldina, Minas Gerais, e mudou-se para o Rio de Janeiro aos cinco anos. Compositor de cerca de 500 sambas, ele marcou o samba brasileiro com músicas como “É preciso muito amor” (1979) e “Caciqueando” (1983), ambas gravadas por grandes nomes do gênero.

Na década de 1960, foi levado para a escola de samba Portela por Paulinho da Viola, onde venceu sete vezes o concurso de samba-enredo. Entre os sambas que levaram a Portela para a avenida estão “Recordar é viver” (1985), “Gosto que me enrosco” (1995) e “Os olhos da noite” (1998). O amor pela escola também foi celebrado no samba “Portela querida” (1967), que se tornou um hino informal da agremiação.

Além da Portela, Noca compôs para blocos como Simpatia é quase amor e teve ligação com a escola Paraíso do Tuiuti. Ele também colaborou com artistas como Martinho da Vila, com quem fez os sambas “Nem a lua” (1978) e “Vidas negras importam” (2021), além de ter suas composições gravadas por Alcione e Paulinho da Viola.

Como cantor, lançou álbuns solo como “Mãos dadas” (1980), “Samba verdadeiro” (1998) e “Homenagens” (2016). Sua obra refletiu engajamento político e social, usando o samba para defender democracia e justiça social.

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