Investir em IRAs de ouro pode acarretar até 33% de impostos sobre ganhos e taxas ocultas de custódia e armazenamento, alertam especialistas. A tributação é maior que a aplicada a ações, e distribuições são tributadas como renda ordinária.
O ouro mantido em IRAs autogeridos é classificado pelo IRS como colecionável, sujeito a uma alíquota federal máxima de 28% sobre ganhos, superior aos 15% ou 20% aplicados a ações e fundos. Com impostos estaduais, a carga tributária pode alcançar 33%.
Além disso, distribuições de IRAs tradicionais em ouro são tributadas como renda ordinária, podendo atingir alíquotas marginais de até 32% a 37%, dependendo da faixa de renda do contribuinte. Custos adicionais incluem taxas anuais de armazenamento, custódia e cobranças na saída do investimento, chamadas de “meltdown fees”.
Especialistas recomendam comparar IRAs de ouro físico com ETFs de ouro em IRAs tradicionais, que apresentam menor custo e maior eficiência tributária. O ouro deve compor apenas 5% a 10% da carteira como diversificador, não como resposta a crises econômicas.


