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Ciência e Saúde

Cientistas identificam ciclo que acelera derretimento do gelo na Antártida

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de maio de 2026 20:37
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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Um estudo da Universidade de Maryland aponta que o derretimento das plataformas de gelo na Antártida cria um ciclo que acelera o próprio derretimento, elevando o nível do mar e ameaçando cidades costeiras.

A cientista Madeleine Youngs publicou na Nature Geoscience um estudo que mostra como a água doce do degelo enfraquece a barreira fria formada pela água densa e fria no fundo do oceano. Essa barreira normalmente impede que correntes quentes atinjam a base das plataformas de gelo, mas seu enfraquecimento permite o contato da água quente com o gelo, acelerando o derretimento.

O efeito varia regionalmente: no Mar de Weddell, o ciclo de retroalimentação positiva intensifica o derretimento, enquanto na Península Antártica Ocidental e no Mar de Amundsen, a água do degelo cria uma barreira fria que protege temporariamente o gelo. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) não considera esse ciclo interativo em suas projeções, o que pode subestimar a elevação do nível do mar.

O IPCC estima que o derretimento do gelo antártico pode elevar o nível do mar entre 28 e 34 centímetros até 2100 em cenários de altas emissões, afetando mais de 680 milhões de pessoas em zonas costeiras baixas. A equipe de Youngs desenvolve simulações para identificar quais plataformas de gelo estão próximas do ponto de não retorno.

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TAGGED:agua-do-degeloantartidaciclo-de-retroalimentacaocirculacao-oceanicaderretimento-de-gelomudanças climáticasnivel-do-marPesquisa científica
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