A Copa do Mundo de 2026 deve gerar mais de US$ 13 bilhões para a FIFA, movimentando diversos setores econômicos e ampliando as vendas online, segundo especialistas.
O ciclo comercial da Copa do Mundo de 2026 vai render mais de US$ 13 bilhões (R$ 65,13 bilhões) para a FIFA, segundo dados divulgados por especialistas. O ecossistema do esporte impacta mais de 20 setores da economia, incluindo turismo, vestuário, fitness, ingressos e visibilidade.
Fabiana Bentes, fundadora da Sou do Esporte, afirmou que as atividades indiretas e informais, como bares e restaurantes que transmitem os jogos, também ganham força com o torneio. “O esporte não só impacta quem está investindo diretamente no evento, mas também toda uma cadeia informal que é muito representativa”, explicou.
A edição de 2026 será a primeira realizada em três países, com 48 seleções, e marcada pela presença da inteligência artificial, o que deve aumentar o engajamento e o volume de conteúdo digital produzido. Bentes projeta ainda o maior volume de vendas online já registrado, com o uso de QR codes para compras imediatas durante o evento.
Ela destacou que o varejo terá participação expressiva nas vendas online e que o marketing esportivo deve aproveitar a paixão nacional pelo futebol para impulsionar produtos relacionados à Copa.


