A aviação executiva no Brasil se tornou essencial para negócios e o agronegócio, segundo Pedro Ferreira, head de aviação da Timbro. Ele afirmou que a aviação comercial não atende toda a demanda do território nacional, impulsionando a procura por aeronaves privadas.
Ferreira destacou que a Timbro importou 400 aeronaves nos últimos cinco anos e que o aeroporto de Vitória recebeu cerca de 400 aviões executivos no ano passado, com a empresa respondendo por 20% desse mercado. A companhia registra média de duas aeronaves importadas por semana, refletindo o aquecimento do setor.
O agronegócio lidera a demanda por aeronaves executivas, especialmente modelos turboélice como King Air e Pilatus, usados por produtores rurais e empresários. Jatos executivos continuam importantes para viagens corporativas de longa distância e internacionais.
O executivo explicou que o processo de importação é complexo e envolve custos entre 12% e 13% do valor da aeronave, incluindo impostos e despesas operacionais. Algumas aeronaves chegam voando, outras precisam ser transportadas em contêineres devido à autonomia limitada.


