A pré-candidata ao Senado por São Paulo, Marina Silva (Rede), afirmou nesta sexta-feira (22) que o campo progressista faz esforço para definir a chapa ao Senado no Estado. A expectativa é de que a decisão sobre a segunda vaga ocorra até o fim de maio ou início de junho, conforme Marina.
Marina Silva disputa a indicação para a segunda vaga ao Senado com o ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB). A indefinição tem causado desgaste entre partidos da base da pré-campanha do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), que admitiu incômodo com a demora na definição.
A ex-ministra afirmou que defendeu a ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira Teresa Vendramini (PDT) para vice de Haddad, mas ela optou por contribuir no programa de governo, especialmente na área de agricultura. A definição da vaga está sendo conduzida por Haddad.
Durante coletiva no Fórum Esfera 2026, em Guarujá, Marina criticou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) por falhas em segurança pública, educação, meio ambiente e assistência social. Ela afirmou que a privatização da Sabesp não resolveu a crise hídrica no Estado.
Marina também destacou problemas como feminicídios, violência contra mulheres e população em situação de rua em São Paulo. Ela celebrou o resultado da pesquisa Datafolha divulgada no dia 22, que mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retomando a liderança numérica no segundo turno e ampliando a distância no primeiro.


