Um físico quântico mexicano aposentado vive em Madrid e mantém atividade de divulgação e ensino. Ele reflete sobre a veracidade de relatos históricos, como o de Marco Polo, e pesquisa manuscritos antigos.
Um historiador questionou a veracidade do relato de Marco Polo por não mencionar a Grande Muralha da China nem o costume de beber chá. O físico quântico, recém-aposentado, ouviu essa crítica enquanto tomava chá em uma cafeteria de Madrid.
Ele nasceu no México, tem forte ligação com sua terra natal, Jalisco, e a família, mas trabalhou em universidades da Califórnia e da Costa Leste dos Estados Unidos. Atualmente, mantém discípulos em universidades e centros de pesquisa ao redor do mundo.
Atuando como ‘road scholar’, o cientista viaja pela Europa em busca de manuscritos antigos para preparar edições de clássicos gregos, latinos e dos Evangelhos, mantendo viva a tradição dos estudiosos dos primeiros tempos da imprensa.


