Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Startup gera 26 pintinhos em ovos artificiais para avançar em desextinção
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência e Saúde

Startup gera 26 pintinhos em ovos artificiais para avançar em desextinção

Carla Fernandes
Última atualização: 23 de maio de 2026 05:07
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A Colossal Biosciences, startup dos EUA, anunciou o nascimento de 26 pintinhos a partir de ovos artificiais impressos em 3D. O avanço é uma prova de conceito para incubadoras que podem sustentar embriões de aves extintas ou ameaçadas, segundo a empresa.

O sistema combina uma treliça de titânio impressa em 3D e uma membrana de silicone semipermeável que permite troca gasosa eficiente, com capacidade de transferência de oxigênio de 21%, superior à casca natural. A única suplementação necessária é o cálcio, que o ovo artificial não fornece.

Além disso, o ovo artificial possui uma janela transparente para observação do embrião sem interferir no ambiente interno. O formato pode ser ajustado para diferentes tamanhos, desde ovos pequenos, como os de pombos, até grandes, para espécies extintas.

Apesar do avanço, a fertilização e a postura ainda ocorrem em aves vivas, e a transferência para o ovo artificial acontece entre 24 e 48 horas após a postura. Para projetos de desextinção, a edição genética deve ocorrer antes da postura, usando células germinativas primordiais cultivadas pela empresa.

Especialistas consideram o sistema promissor, mas ressaltam que o avanço é parcial e que falta transparência, pois a taxa de sucesso e dados completos não foram divulgados. A Colossal afirma que não pretende ampliar a criação de galinhas, mantendo o foco em conservação e desextinção.

TAGGED:aves-extintasBiotecnologiaconservação ambientaldesextincaoedicao-geneticaimpressão 3Dincubaçãoovos-artificiais
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Proprietários de imóveis precisam de CNPJ a partir de 2027
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?