China promove exclusão diplomática de Taiwan em órgãos como OMS e OMC, afetando a cooperação internacional em saúde e segurança biológica.
O regime chinês intensifica a asfixia diplomática contra Taiwan, excluindo a ilha de organizações internacionais essenciais, como Interpol, UNFCCC, ICAO, OMC e a Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa estratégia, baseada em uma interpretação distorcida da Resolução 2758 da ONU, compromete a estabilidade e a governança global.
Taiwan destaca-se por avanços médicos e tecnológicos, como a eliminação da hepatite C em 2025, cinco anos antes do prazo da OMS, e o desenvolvimento do “Programa 888”, que utiliza inteligência artificial em parceria com o Google para monitorar doenças crônicas. Apesar disso, a ilha enfrenta isolamento, participando em média de apenas sete reuniões técnicas anuais da OMS entre 2012 e 2025, devido ao boicote chinês.
Em dezembro de 2019, Taiwan alertou precocemente sobre a COVID-19, mas seus avisos foram ignorados pela OMS sob pressão política de Pequim. A exclusão da ilha de redes internacionais como o sistema PABS e a Rede Global de Certificação Digital aumenta os riscos sanitários globais.
Especialistas alertam que a estabilidade internacional depende da inclusão de Taiwan no sistema multilateral, rejeitando concessões a pretensões autocráticas que colocam em risco a segurança biológica mundial.


