Um menino potiguar de 8 anos com anemia falciforme conheceu o doador de medula óssea do Amapá quase dois anos após o transplante realizado em São Paulo. O encontro ocorreu em Natal nesta sexta-feira (22), intermediado pela Associação de Humanização e Apoio ao Transplantado de Medula Óssea (Hatmo).
O transplante foi realizado em julho de 2024 após o sistema identificar compatibilidade entre o paciente e o servidor público de 34 anos que mora em Macapá (AP). O menino enfrentava crises graves da doença desde bebê, incluindo cirurgia para retirada do baço antes de completar um ano.
O transplante com medula do irmão não foi possível devido à formação de anticorpos causados por transfusões frequentes. O doador voluntário do Amapá estava a mais de 2 mil km de distância e se cadastrou para ajudar pacientes.
A presidente da Hatmo afirmou que histórias como essa ajudam a desmistificar o processo de doação e incentivam novos voluntários. O menino celebra a cura e agradece ao doador pela vida e saúde restabelecida.


