A FIFA confirmou que distribuirá US$ 727 milhões às seleções da Copa do Mundo 2026, um aumento de 50% em relação ao Mundial de 2022. O campeão receberá US$ 50 milhões, valor inédito na história do torneio.
A Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México entre junho e julho, terá a maior premiação já registrada pela FIFA. A entidade anunciou que distribuirá US$ 727 milhões às seleções participantes, representando um aumento de 50% em relação ao Mundial do Catar, em 2022.
O campeão receberá US$ 50 milhões, o maior valor pago até hoje, enquanto o vice-campeão ganhará US$ 33 milhões. As seleções que ficarem em terceiro e quarto lugares receberão US$ 29 milhões e US$ 27 milhões, respectivamente. As equipes eliminadas nas quartas de final terão US$ 19 milhões, as das oitavas US$ 15 milhões, e as eliminadas na fase de grupos receberão entre US$ 9 milhões e US$ 11 milhões, conforme a colocação.
Cada seleção classificada também receberá US$ 1,5 milhão para cobrir custos de preparação, garantindo pelo menos US$ 10,5 milhões por equipe. Além disso, o Programa de Benefícios para Clubes foi ampliado para US$ 355 milhões, incluindo compensação para clubes que liberarem jogadores nas eliminatórias.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou que a nova estrutura financeira visa reconhecer a participação de clubes e seleções em todas as etapas da competição, tornando o torneio mais inclusivo e global. A edição de 2026 será a primeira com 48 seleções, aumentando o número de jogos e a diversidade de países.
Na mesma reunião, a FIFA aprovou a criação de festivais Sub-15 para seleções masculinas e femininas e um fundo de recuperação pós-conflito para regiões afetadas por guerras e crises humanitárias.


