Fernando Cupertino recorda memórias afetivas envolvendo o amendoim, desde doces da infância até o prato típico caldo de mancarra na Guiné-Bissau, onde está em missão de trabalho.
O amendoim marcou a infância de Fernando Cupertino em quatro momentos: confeitos coloridos de Dona Otávia, pés-de-moleque feitos pela mãe, canjica na Sexta-feira da Paixão e cajuzinhos em festas. Ele destaca o preparo artesanal e a tradição familiar, como o hábito de assoviar para evitar perdas durante o descascar e limpeza do amendoim.
Atualmente na Guiné-Bissau, o autor observa que o amendoim, chamado mancarra, é base do prato típico caldo de mancarra, que combina pasta de amendoim com carne ou peixe, quiabo e folhas locais. Ele ressalta a importância cultural e econômica do amendoim no país africano.
Apesar de não gostar da canjica com amendoim, Cupertino valoriza as lembranças associadas ao alimento, incluindo uma antiga charada que aprendeu com o pai, reforçando o vínculo afetivo e cultural com o amendoim.

