O crescimento do Estado brasileiro reduz a liberdade e mantém a sociedade distante das decisões públicas, segundo análise publicada nesta segunda-feira (24). O texto destaca que o governo prioriza interesses próprios e que a população transfere a responsabilidade social ao Estado.
O texto critica a cultura de transferir problemas sociais para o governo, que cria mecanismos para se distanciar das cobranças da população, mas mantém forte controle sobre os recursos públicos. Segundo o autor, o Estado prioriza interesses corporativos e partidários, barrando projetos que contrariem esses interesses.
A análise ressalta que a sociedade brasileira se omite e transfere o protagonismo social ao governo, o que contribui para o atraso civilizatório. O sistema educacional é apontado como deficiente, com professores desestimulados e alunos mal preparados.
Além disso, o serviço público é considerado caro, ineficiente e insuficiente em áreas essenciais como justiça, saúde, segurança e saneamento. Apesar disso, há grande procura por cargos públicos devido a salários, estabilidade e vantagens, o que mantém o Estado grande e custoso.
O texto conclui que quanto mais organizada a sociedade, menor e mais barato será o Estado, que apenas recolhe impostos e devolve serviços. A participação ativa da população é vista como essencial para o desenvolvimento social e econômico.


