SpaceX informou em documentos pré-IPO que governos estrangeiros discutem o uso de armas anti-satélite contra a constelação Starlink, o que pode causar danos graves à infraestrutura orbital.
Os documentos de oferta pública inicial (IPO) da SpaceX destacam o risco crescente da militarização do espaço e a possibilidade de ataques a satélites da constelação Starlink por potências estrangeiras. A empresa alerta que um ataque cinético poderia desencadear colisões em cadeia, tornando órbitas inutilizáveis por longos períodos.
Enquanto isso, a Raytheon Technologies, empresa americana de defesa, reportou receita de US$ 22,08 bilhões no primeiro trimestre de 2026, com crescimento de 8,7%. Sua divisão Raytheon, que fabrica sistemas de defesa como mísseis Patriot e radares avançados, teve lucro operacional 25% maior, impulsionada pela demanda por armamentos.
A Raytheon também desenvolve tecnologias para defesa espacial, incluindo sistemas de comunicação resistentes a interferências e radares que podem operar em conjunto com redes 5G. A empresa elevou a previsão de lucro por ação para 2026 entre US$ 6,70 e US$ 6,90.
O cenário revela um mercado em expansão para sistemas de defesa espacial, enquanto a Starlink enfrenta ameaças que podem impactar seu modelo de negócios e investimentos futuros.


