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Leitura: Gilmar Mendes mantém escolas cívico-militares em SP com restrições
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Justiça

Gilmar Mendes mantém escolas cívico-militares em SP com restrições

Carla Fernandes
Última atualização: 24 de maio de 2026 12:00
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes votou pela constitucionalidade do Programa Escola Cívico-Militar de São Paulo, impondo restrições ao funcionamento. O julgamento começou em 22 de maio e deve ser concluído em 29 de maio.

Gilmar Mendes proibiu atividades extracurriculares que exaltam o militarismo e símbolos das forças de segurança pública, incluindo hinos e símbolos militares. O ministro determinou que padrões de estética e uniformização respeitem manifestações culturais e religiosas brasileiras, inclusive de minorias.

A gestão pedagógica e administrativa das escolas deve ser feita por profissionais civis, com militares atuando apenas como auxiliares. Mendes declarou inconstitucional o artigo que previa remuneração de policiais militares nas instituições.

Os recursos do programa não poderão ser contabilizados como despesas para manutenção e desenvolvimento do ensino. As ações de inconstitucionalidade foram propostas pelo Psol e PT, que contestam a militarização das escolas civis, alegando falta de previsão legal e competência dos estados para criar o modelo.

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A lei que instituiu o programa na rede estadual paulista foi sancionada em maio de 2024, após cerca de dois meses de tramitação na Assembleia Legislativa de São Paulo. Até o momento, Gilmar Mendes é o único ministro a votar no processo.

TAGGED:educaçãoJustiçamilitarizacao-da-educacaopolitica-educacionalprograma-escola-civico-militarSão PauloSupremo Tribunal Federal
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