Ethereum negocia a US$ 2.091 nesta segunda-feira (24), valor 57% inferior ao recorde de US$ 4.946 registrado em agosto de 2025. O upgrade Glamsterdam, previsto para junho, é o principal fator para a criptomoeda superar a marca de US$ 4.000 ainda em 2026.
Desde o início de 2026, o preço do Ethereum caiu de cerca de US$ 3.100 para uma mínima de US$ 1.743 em fevereiro, mantendo-se entre US$ 2.000 e US$ 2.400 na maior parte do ano. A venda de milhões de dólares em ETH pelo fundador Vitalik Buterin no começo do ano contribuiu para o receio dos investidores de varejo.
O upgrade Glamsterdam promete reduzir as taxas de transação em 78,6% e aumentar a capacidade para 10 mil transações por segundo, o que pode atrair investidores institucionais e impulsionar o preço da criptomoeda. Citigroup projeta Ethereum a US$ 3.175, enquanto Standard Chartered elevou a previsão para até US$ 7.500 no fim do ano.
Além disso, cerca de 30% do ETH circulante está bloqueado em staking, e as carteiras de acumulação atingiram um recorde de 26,55 milhões de ETH em 2026, indicando forte posicionamento institucional. A BlackRock solicitou aprovação para um ETF que distribuiria rendimentos de staking diretamente aos investidores, o que pode ampliar a base de compradores.
Por outro lado, se o lançamento do Glamsterdam atrasar para o quarto trimestre, a expectativa é que Ethereum não ultrapasse US$ 4.000 em 2026, adiando a recuperação para 2027.

