Os contratos de mini-índice (WINM26) encerraram a última sessão (22/05) em 177.745 pontos, com queda de 0,53%, refletindo pressão no mercado financeiro no curto prazo. O movimento acompanha a sexta semana consecutiva de perdas do Ibovespa, influenciado por preocupações com inflação global, petróleo e juros nos EUA.
No Brasil, bancos, Petrobras e B3 pressionaram o índice, enquanto a Vale limitou as perdas. O mercado também reagiu ao bloqueio de gastos anunciado pelo governo e a novas pesquisas eleitorais, mantendo alta volatilidade para traders de mini-índice.
As análises técnicas indicam que o mini-índice negocia entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, com suportes importantes em 177.530/176.995 e resistências em 178.240/178.700. No gráfico diário, o índice mantém viés vendedor, com IFR próximo da sobrevenda, sugerindo possibilidade de repiques técnicos, mas cenário principal ainda pressionado.
Segundo o analista técnico Rodrigo Paz, a perda do suporte em 176.310/175.200 pode acelerar quedas, enquanto a superação da resistência em 180.385/184.090 abriria espaço para alta mais consistente. No gráfico de 60 minutos, o viés permanece negativo, com possibilidade de retomada da pressão vendedora caso o suporte seja rompido.


