Jim Cramer afirmou nesta segunda-feira (25) que carteiras concentradas em tecnologia devem incluir pelo menos 50% em fundos de índice e uma ação fora do setor para receber sua aprovação.
O analista financeiro Jim Cramer destacou que, apesar do forte desempenho do Invesco QQQ Trust, que rendeu 17% no ano e 40% em 12 meses, é fundamental diversificar para reduzir riscos. Ele exige que investidores com carteiras concentradas em tecnologia mantenham metade do capital em fundos de índice e adicionem pelo menos uma ação fora do setor tecnológico.
Cramer explicou que a exposição real ao setor de tecnologia no S&P 500 é maior que o índice oficial de 26% a 30%, devido à presença dominante de empresas como Amazon, Tesla e Alphabet. Por isso, a diversificação é essencial para evitar perdas significativas em eventuais quedas do setor.
Além disso, o analista recomenda que investidores com 50 anos ou mais incluam duas ações fora do setor tecnológico para maior proteção, considerando o menor tempo para recuperação de perdas. Ele citou o exemplo da NVIDIA, que reportou receita trimestral de US$ 81,6 bilhões, alta de 85% em relação ao ano anterior, evidenciando a liderança dos semicondutores no setor.
Cramer reforçou que a estratégia de manter 50% do capital em fundos de índice serve como um seguro contra erros na gestão ativa, ressaltando que essa estrutura é condição para sua aprovação de carteiras concentradas em tecnologia.


