Investidores de alta renda buscam proteger patrimônio contra oscilações econômicas por meio da dolarização, que consiste em manter parte dos ativos em dólar ou mercados internacionais.
A dolarização do patrimônio tem ganhado espaço entre milionários que buscam reduzir riscos e ampliar a diversificação de suas carteiras. A prática consiste em manter parte dos investimentos em dólar ou ativos internacionais, evitando concentração em uma única moeda ou geografia.
Christiano Clemente, CIO do Santander Private Banking, afirmou que a diversificação deve considerar diferentes geografias, pois o mercado brasileiro é limitado em comparação aos Estados Unidos, que possuem cerca de 5.000 empresas listadas em bolsas.
O executivo recomendou que a exposição ao dólar seja feita de forma gradual e planejada, com compras periódicas para minimizar o impacto da volatilidade cambial e evitar especulações. Ele também alertou contra a concentração excessiva em ações de tecnologia dos EUA, sugerindo distribuir investimentos entre setores variados.
Para atender a essa demanda, o Santander Select oferece fundos exclusivos e carteiras internacionais por meio de parceiros em Miami, além de serviços bancários internacionais para preservação patrimonial de longo prazo.

