A inteligência artificial tem transformado a estética facial ao auxiliar profissionais na análise anatômica e no planejamento de tratamentos personalizados, segundo especialistas. Em 2024, foram realizados mais de 20,5 milhões de procedimentos estéticos não cirúrgicos no mundo, com destaque para toxina botulínica e ácido hialurônico.
A ultrassonografia facial com apoio da inteligência artificial permite visualizar músculos, vasos sanguíneos e tecidos, aumentando a precisão no planejamento dos procedimentos estéticos. Estudos indicam que essa tecnologia pode prevenir complicações ao mapear a anatomia vascular durante o atendimento.
Apesar dos avanços, a IA funciona como ferramenta de apoio e não substitui a experiência ou o olhar clínico do profissional. A Organização Mundial da Saúde alerta para a necessidade de supervisão humana e regras claras no uso da tecnologia na saúde.
Além dos benefícios técnicos, o uso da IA na estética levanta debates sobre ética, padrões irreais de beleza e saúde mental, devido à influência de filtros e imagens digitais na percepção dos pacientes.

