A Rússia lançou cerca de 600 drones e 90 mísseis contra Kiev entre 23 e 24 de maio, causando quatro mortes e pelo menos 100 feridos. O governo russo pediu que estrangeiros e diplomatas deixem a capital ucraniana e ameaçou nova onda de ataques.
O Ministério das Relações Exteriores russo afirmou que os ataques são resposta a um ataque ucraniano contra um dormitório estudantil em Starobilsk, que teria causado 21 mortes. A nova estratégia mira centros de decisão, postos de comando e instalações de fabricação de drones.
A Ucrânia classificou as ameaças como chantagem e pediu aos países da Organização do Tratado do Atlântico Norte que aumentem a pressão sobre Moscou. O governo ucraniano afirmou que os bombardeios russos não cessam desde fevereiro de 2022.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarou que as negociações entre EUA, Ucrânia e Rússia estão paralisadas, mas o governo americano segue disposto a mediar o fim do conflito. Em 2026, houve duas rodadas formais de negociações mediadas pelos EUA em Abu Dhabi e Genebra.


