O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, viajará nesta terça-feira (26) à República Democrática do Congo, onde há mais de 900 casos suspeitos e 220 mortes suspeitas de Ebola, segundo a OMS.
O porta-voz adjunto da ONU, Farhan Haq, informou que a OMS e 55 parceiros humanitários atuam nas áreas afetadas, oferecendo serviços essenciais de saúde, como tratamento para desnutrição aguda.
Tedros Adhanom destacou que o trabalho enfrenta dificuldades devido à violência e ao acesso restrito a comunidades remotas. O vírus Ebola se transmite pelo contato direto com fluidos corporais, materiais contaminados e corpos de pessoas infectadas, com enterros inseguros como fonte potencial de contágio.

