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Política

Presidente da Fiesp critica PEC que propõe fim da escala 6×1

Carla Fernandes
Última atualização: 26 de maio de 2026 19:25
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, criticou nesta terça-feira (26) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. Ele afirmou que as alterações nas regras trabalhistas devem considerar as particularidades de cada setor e região, e não podem ser generalizadas.

Skaf falou após reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, representantes empresariais e senadores. Ele destacou que a reforma trabalhista consolidou maior liberdade de negociação entre empresas e trabalhadores e que mudanças estruturais exigem análise detalhada dos impactos econômicos e operacionais.

O presidente da Fiesp afirmou que modelos rígidos podem desconsiderar necessidades específicas de setores como a indústria química, que opera em regime contínuo, e os setores de alimentação e serviços, que demandam funcionamento em mais dias da semana.

Ele defendeu estudos técnicos aprofundados, setor por setor e região por região, antes de qualquer mudança. Skaf lembrou que a legislação atual já estabelece o teto de 44 horas semanais e que a média brasileira é de cerca de 38 horas.

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Ao concluir, reforçou a crítica a regras únicas que engessam atividades produtivas e ressaltou a importância da negociação entre as partes envolvidas.

TAGGED:Fiespjornada de trabalholegislacao-trabalhistanegociações-trabalhistasPaulo Skafpec-escala-6x1reforma-trabalhistasetores-industriais
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