Sindicatos de professores em Madri anunciaram a convocação de uma greve por tempo indeterminado a partir de setembro, para impedir o retorno às aulas. A decisão, inspirada na paralisação da Comunidade Valenciana, busca pressionar a Consejería de Educação do governo de Isabel Díaz Ayuso, segundo fontes da UGT e do CC OO apuradas pela imprensa.
As centrais sindicais Comisiones Obreras (CC OO), UGT e a associação de famílias Confapa lideram a convocação. O objetivo é iniciar um processo de diálogo com o governo regional, diante do que consideram um deterioro progressivo das condições laborais no ensino não universitário.
As reivindicações incluem aumento salarial, melhora na proporção de alunos por professor, redução da carga horária letiva e a cobertura de licenças que atualmente não são substituídas. A greve indefinida segue o exemplo dos protestos massivos ocorridos na Comunidade Valenciana, que também enfrenta problemas semelhantes no setor educacional.

