Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Mencionar hipoteca em negociação de salário é erro, diz ex-negociador do FBI
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Mencionar hipoteca em negociação de salário é erro, diz ex-negociador do FBI

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de maio de 2026 16:26
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Em entrevista recente, o ex-negociador de reféns do FBI Chris Voss afirmou que mencionar despesas pessoais, como hipoteca ou contas médicas, durante uma negociação salarial é uma estratégia que tende a fracassar. Segundo ele, o empregador paga pelo valor produzido, não pelos custos pessoais do funcionário.

Voss explicou que, ao citar gastos pessoais, o funcionário ancora a conversa em suas necessidades, sobre as quais a empresa não tem obrigação. Em vez disso, recomenda-se ancorar o pedido no impacto financeiro gerado — receita ou economia de custos. Por exemplo, um aumento de US$ 10 mil exige que o funcionário demonstre ao menos US$ 13 mil em valor adicional, considerando encargos trabalhistas.

Para construir esse argumento, Voss sugere um período de 90 dias de reuniões diárias de três minutos para documentar contribuições. O profissional deve quantificar em dólares o que produziu nos últimos 12 meses: receita gerada, custos cortados ou horas economizadas. Em seguida, deve pesquisar salários de mercado para cargos equivalentes e apresentar o pedido como retorno sobre investimento.

O ex-negociador destacou que o fator determinante é a capacidade de vincular o trabalho a receita ou economia. Mesmo funções sem vínculo direto com vendas podem usar métricas como redução de erros ou renegociação de contratos. “Se você faz algo que impacta a receita, você importa mais para mim do que alguém que só conta clipes de papel”, disse Voss, descrevendo o mecanismo de precificação do trabalho.

- Publicidade -
Ad imageAd image
TAGGED:carreirachris-vossFinanças pessoaisLiderançanegociacao-salarialrecursos-humanosvalor-agregado
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Comissão aprova PEC que acaba com escala 6×1 e reduz jornada para 40 horas
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?