Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Remuneração de CDBs cai após caso Master, e maioria das ofertas não passa de 107% do CDI
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Remuneração de CDBs cai após caso Master, e maioria das ofertas não passa de 107% do CDI

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de maio de 2026 20:45
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A remuneração média dos CDBs (Certificados de Depósito Bancário) caiu em abril de 2026 ante o mesmo mês de 2025, segundo levantamentos das consultorias Quantum e Kaya Asset Management. A maioria das ofertas atualmente não ultrapassa 107% do CDI, após o escândalo de insolvência do Banco Master, que oferecia taxas de até 190% do CDI.

Os títulos com prazos de 6 e 24 meses foram os mais afetados, com redução de 3% e 4% na remuneração, respectivamente. O número de ofertas desses papéis também despencou: queda de 40% para os de 6 meses e de 60,2% para os de 24 meses na comparação com abril de 2025.

Apesar da retração nos lançamentos, o estoque total de CDBs na B3 continua crescendo, passando de R$ 1,9 trilhão em 2022 para R$ 2,8 trilhões em 2025. Segundo relatório da Kaya, os bancos reduziram a necessidade de oferecer taxas elevadas porque já estão bem capitalizados, e outros produtos, como LCIs e LCAs, ganharam espaço.

Em abril de 2026, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras para captação com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), após o rombo de R$ 50 bilhões causado pela fraude do Banco Master. As medidas, que incluem exigências de liquidez, terão implementação gradual a partir de 2027 e devem tornar menos atrativa a competição por taxas muito acima da média.

- Publicidade -
Ad imageAd image
TAGGED:Banco MasterCDBcdiFGCInvestimentoMercado FinanceiroRegulaçãoremuneração
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Dólar sobe e atinge maior valor em dois meses
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?