Procuradorias-gerais de Nova York e Nova Jersey abriram investigação sobre os altos preços e práticas de venda de ingressos da Fifa para a Copa do Mundo de 2026, que começa em 11 de junho nos Estados Unidos.
As procuradoras-gerais Letitia James e Jennifer Davenport afirmaram que os valores cobrados ultrapassam em muito os praticados em edições anteriores do torneio. A investigação foca nas partidas realizadas no MetLife Stadium, que sediará a estreia da seleção brasileira em 13 de junho e a final em 19 de julho.
Torcedores relataram que, apesar de terem pago por ingressos da Categoria 1, receberam assentos na Categoria 2, mais distantes do campo. A Fifa adotou pela primeira vez a política de preços dinâmicos, ajustando os valores conforme a demanda, o que gerou reclamações e chamou atenção das autoridades.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, justificou os preços elevados pela oferta limitada e alta demanda global. Além disso, os custos do transporte público para o estádio durante a Copa serão até oito vezes maiores que o normal, com bilhetes de ida e volta custando cerca de R$ 525.


