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Justiça

Funcionário do Google é preso por usar dados internos para ganhar US$ 1,2 milhão em apostas

Carla Fernandes
Última atualização: 28 de maio de 2026 07:49
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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Um funcionário do Google foi preso em Nova York por usar informações internas da empresa para fazer apostas que renderam US$ 1,2 milhão na plataforma Polymarket, segundo a Procuradoria dos EUA.

O engenheiro do Google foi indiciado por violar leis de abuso de informação privilegiada ao usar dados internos para apostar na plataforma de mercado de previsão Polymarket. Ele foi detido em 27 de maio e levado a um juiz federal no Distrito Sul de Nova York.

Segundo a Procuradoria dos EUA, o funcionário usou informações antecipadas do Google para obter lucros de US$ 1,2 milhão em apostas feitas entre outubro e dezembro de 2025, totalizando US$ 2,7 milhões em apostas relacionadas à empresa. O Google afirmou que o funcionário está em licença e colabora com as autoridades.

A Polymarket, que aceita apenas criptomoedas, também colaborou com a investigação. O FBI identificou as contas do funcionário, apesar do uso de pseudônimos e criptomoedas, ao encontrar uma conta aberta com documento italiano.

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As apostas mais lucrativas previram quem seria a pessoa mais pesquisada no Google em 2025. Ele apostou contra Bianca Censori e o presidente Donald Trump e a favor do cantor D4vd, que atualmente está preso por suspeita de assassinato.

TAGGED:abuso-de-informacao-privilegiadaapostas onlineCriptomoedasFBIGooglejustica-americanaPolymarketsegurança da informação
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