A Lululemon divulgará os resultados do primeiro trimestre fiscal de 2026 após o fechamento do mercado, no dia 4 de junho. Investidores aguardam dados sobre vendas comparáveis na América e a mitigação de tarifas, fatores cruciais para a recuperação da empresa, que caiu 39,35% no ano.
Os analistas focam em cinco questões principais. Eles buscam saber a cadência para as vendas comparáveis na América voltarem ao positivo, dado o fechamento do ano fiscal anterior em -3%. Também é fundamental entender como o impacto de 210 milhões de dólares de tarifas pode ser compensado por ajustes de preço ou origem de suprimentos.
A orientação financeira para 2026 prevê receita entre 11,350 e 11,500 bilhões de dólares e lucro por ação entre 12,10 e 12,30 dólares. Essa projeção, contudo, exclui os efeitos das tarifas. O mercado observa se a empresa conseguirá demonstrar estabilização no negócio principal, já que a incerteza de liderança começou a diminuir com a nomeação de Heidi O’Neill como próxima CEO.
O cenário otimista depende de vendas fortes na América e de comentários positivos sobre margens. O cenário pessimista envolve um corte de lucro por ação abaixo de 12,10 dólares ou risco de desvalorização de estoque, que está 18% acima do ano anterior. A empresa registrou queda de 4% na receita da América no quarto trimestre fiscal de 2025.


