Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (4) novas sanções contra o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, e sua família. As medidas, divulgadas pelo Departamento do Tesouro dos EUA, visam aumentar a pressão sobre o governo da ilha, atingindo o líder e outros membros da família Castro.
As sanções também alcançaram outras quatro pessoas e cinco entidades, incluindo o Ministério das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba. Entre os alvos estão Alejandro Castro Espín, filho de Raúl Castro; seu neto, Raúl Alejandro Castro; e Manuel Anido Cuesta.
Díaz-Canel, que tem 60 anos, ocupa a presidência de Cuba desde 2018, após assumir o cargo de Raúl Castro. Esta ação representa a mais recente iniciativa de Washington para intensificar a pressão sobre os líderes comunistas da ilha. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou à imprensa que desejava que Cuba “fosse um país bem administrado”.
O presidente cubano já havia sido sancionado em julho do ano passado devido à repressão a protestos populares ocorridos em 2021. No mês anterior, o governo americano impôs sanções a onze autoridades cubanas, incluindo o ministro das Comunicações e líderes militares.


