A gripe, causada pelo vírus influenza, causa hospitalizações e mortes anualmente no Brasil, afetando principalmente idosos, crianças pequenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas. A doença pode evoluir para quadros graves, como pneumonia, exigindo atenção médica imediata quando surgem sinais de alerta.
A influenza apresenta sintomas que surgem rapidamente, incluindo febre, dores no corpo, mal-estar e tosse. Diferentemente do resfriado, que costuma ser mais leve e gradual, a gripe exige vigilância, especialmente em grupos vulneráveis. Para pacientes de risco, o uso de antivirais, como o oseltamivir, é recomendado e deve começar nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas.
Sinais de agravamento do quadro, como falta de ar, febre persistente ou dor no tórax, indicam possível complicação, como pneumonia. A imprensa aponta que a febre isolada não é sinal de gravidade, mas o reaparecimento dela após melhora pode indicar infecção secundária. A vacinação anual é fundamental, pois o vírus sofre mutações constantes, e ela reduz significativamente o risco de formas graves.
Sobre o tratamento, especialistas afirmam que não há um remédio único. Medidas como hidratação adequada, repouso e lavagem nasal com soro fisiológico ajudam no alívio dos sintomas. Antibióticos não tratam a gripe, que é viral, sendo indicados apenas em casos de infecção bacteriana secundária, como sinusite.


