Os Estados Unidos impuseram sanções econômicas nesta quinta-feira (4) ao líder cubano, Miguel Díaz-Canel, 66, e a membros da família Castro. A ação, divulgada pelo Departamento do Tesouro americano, também atingiu entidades como o Ministério das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba.
As novas sanções visam pressionar o regime cubano, que já enfrenta sua pior crise econômica e humanitária desde 1959. Além das medidas econômicas, o governo americano indiciou o ex-líder Raúl Castro, 95, por homicídio, alegando seu envolvimento no abate de dois aviões em 1996.
O presidente Donald Trump declarou que o objetivo das ações é que Cuba se torne “um país bem administrado”. As sanções fazem parte de uma ofensiva mais ampla de Washington, que mantém um embargo contra a ilha desde 1962 e intensifica o cerco sob sua gestão.
Washington exige que Cuba liberalize sua economia, permita mais investimento estrangeiro e promova reformas políticas, além da libertação de presos políticos. Analistas apontam que o regime cubano tem dado sinais de abertura para negociações, apesar das acusações americanas.


