O primeiro-ministro mantém a posição de que o presidente não deve integrar a delegação em cumes da NATO. A decisão sobre a participação do chefe de Estado será definida em reunião de governo na segunda-feira, segundo o líder do governo.
O primeiro-ministro afirmou que o presidente não deve fazer parte da delegação em cumes da aliança. Ele declarou que o governo aguardará a posição do presidente para reagir à situação. O presidente, que participou de todos os encontros da aliança desde que assumiu, possui uma queixa de competência caso não seja incluído na delegação.
O ministro das Relações Exteriores também manifestou oposição à presença do presidente na delegação. Este ministro citou divergências com o chefe de Estado, classificando-o como político de oposição com postura anticonsitucional. O primeiro-ministro explicou que o país provavelmente não cumprirá a meta de 2% do PIB em defesa neste ano, mas está determinado a atingir 3,5% do PIB até 2035.
O tema do aumento dos gastos com defesa, impulsionado pelo presidente dos Estados Unidos, será um dos pontos centrais do cume em Ancara, agendado para os dias 7 e 8 de julho. Os membros dos EUA criticaram o país este ano pelo não cumprimento da meta de gastos com defesa.


