O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Kassio Nunes Marques, foi sorteado para relatar três ações judiciais contra o pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro. Os processos tratam da relação do político com o banqueiro Daniel Vorcaro e da ligação entre o filme Dark Horse e o caso Master.
A escolha ocorreu após Nunes Marques definir que ele, juntamente com os ministros André Mendonça e Estela Aranha, julgaria casos de propaganda eleitoral. As ações em questão envolvem alegações de uso indevido de recursos e influência política.
Um dos processos foi iniciado pelo Partido Liberal contra o instituto AtlasIntel. A ação surgiu após a divulgação de uma pesquisa de intenção de votos que indicava perda de apoio do pré-candidato, após a divulgação de áudios do político a Daniel Vorcaro. O instituto AtlasIntel nega interferência no processo de coleta de dados.
Outras denúncias focam no longa-metragem Dark Horse. O deputado federal Rogério Correia (PT-MG), junto ao grupo Prerrogativas, pediu que o filme não seja veiculado no Brasil, alegando que sua exibição configuraria propaganda eleitoral indevida. Além disso, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) protocolou denúncia de abuso de poder econômico no financiamento e distribuição da obra.


