A Nvidia (NVDA) negocia a US$ 218,66, aproximando-se de uma máxima de 52 semanas de US$ 236,26. O crescimento da empresa é impulsionado pela demanda por infraestrutura de inteligência artificial, com receita do primeiro trimestre de 2027 atingindo US$ 81,61 bilhões, segundo dados divulgados.
A empresa, que projeta US$ 91 bilhões em receita para o segundo trimestre, excluindo o processamento de dados da China, mantém um caso de alta bem fundamentado. O crescimento de 214,5% nos lucros e margens brutas de 75% justificam uma relação preço/lucro futuro de 25. Além disso, a gestão anunciou o aumento do dividendo para US$ 0,25 e autorizou uma recompra de US$ 80 bilhões.
Contudo, a análise aponta riscos significativos. Cerca de 50% da receita de Data Center vem de grandes provedores de serviços em nuvem que constroem silício próprio. A demanda chinesa permanece baixa, e relatórios indicam queda nos preços de aluguel de GPUs, sinalizando possível enfraquecimento da demanda pontual.
Apesar dos riscos, a avaliação atual é considerada razoável, com um preço/lucro futuro de 25. A empresa continua no centro da expansão de infraestrutura de IA, com compromissos de grandes clientes como OpenAI e Google Cloud.


